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sábado, 28 de agosto de 2010

AS DEZ BEM-AVENTURANÇAS DA ESCOLA DOMINICAL


1. Bem-aventurado o aluno que não falta a Escola Dominical

2. Bem- aventurado o aluno que está à hora certa, na Escola dominical

3. Bem- aventurado o aluno que traz consigo a sua Bíblia à Escola Dominical.

4. Bem- aventurado o aluno que traz sempre a lição estudada.

5. Bem-aventurado o aluno que pratica o que aprende na Escola Dominical.

6. Bem-aventurado o aluno que dá lição prática na Escola Dominical.

7. Bem-aventurado o aluno que traz outros à Escola Dominical

8. Bem-aventurado o aluno que consagra amor à sua Escola dominical.

9. Bem-aventurado o aluno que contribui com suas ofertas para Escola dominical.

10. Bem-aventurado o aluno que ora com fervor pela Escola Dominical.

Fonte: Portal da Escola dominical.

Porque amamos a Escola Dominical



JOGRAL:
Por que Amamos a Escola Dominical?

PERSONAGENS: 5 crianças.(Cada qual traz um coração de cartolina vermelha preso ao pescoço por uma fita larga.Cada coração contém a palavra-chave do tópico que cada criança representa.)

TODAS – Vamos contar para todos,
Nesta data festiva,
Por que tanto amamos
A Escola Dominical.

1ª CRIANÇA - Amo a Escola Dominical porque nela eu aprendi que DEUS ME AMA:
Diz o Senhor;"Com amor eterno eu te amei, por isso com bengnidade te atraí"(Jr 31.3).

2ª CRIANÇA - Amo a Escola Dominical porque nela eu aprendi que DEUS ME GUARDA .
Está escrito: "O Senhor é quem te guarda; o Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre"(Sl 121.5,8).

3ª CRIANÇA - Amo a Escola Dominical porque nela eu aprendi que DEUS ME AJUDA.
Ele diz; "Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita, e te digo: Não temas, que eu te ajudo"(Is 41.13).

4ª CRIANÇA - Amo a Escola Dominical porque nela eu aprendi que DEUS ME ENSINA.
A Bíblia diz: "Vide, e subamos à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos" (Mq 4.2).

5ª CRIANÇA - Amo a Escola Dominical porque nela eu aprendi que DEUS ME DÁ SABEDORIA.
Diz a sua Palavra : "Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente" (Tg 1.5).

TODAS - Um pedido nós fazemos
Ao bom Pai celestial :
(Em atitude de prece)
Abençoa, Deus amado,
A Escola Dominical !

(Saem todas. )
(Extraído do livro de Jograis e representações Evangélicas vol 3 -José Viana dos Santos CPAD)

Dia Nacional da Escola Dominical


Estou postando algumas apresentações que pode ser utilizadas no dia nacional da EBD

3º Domingo de Setembro

QUEM É O PROFESSOR(A) DA ESCOLA DOMINICAL
(Homenagem aos professores da nossa Escola Dominical)
.....................................................................................................Ana Maria Prado


(Classe ...) A diretoria da Escola Dominical tem grande responsabilidade, diz a palavra de Deus: “ não havendo sábia direção, o povo cai” (Pv.11.14 e Ec.10.16).

(Classe ...)
O professor(a) da Escola Dominical possui muitas qualidades, entre as quais: ser aplicado na palavra de Deus, nas suas histórias, suas doutrinas e assuntos necessários ao bom desempenho de sua missão.
TODOS - O aluno é o elemento mais importante da Escola Dominical. A escola existe por causa dele.

(Classe ...)
A posição espiritual do professor(a), é de honra e responsabilidade, pois ele ensina por amor a Deus, por gratidão a Deus e porque Deus ordenou (Mt. 28.19-21).

(Classe ...)
O professor(a), tem propósitos no ensino: ganhar almas para Jesus, desenvolver a espiritualidade dos alunos e treinar os alunos para a vida e para o serviço do Mestre.

(Classe ...)
O professor(a), deve ter preparo espiritual (l Pedro 3.15), intelectual, social, físico, ser disciplinado, paciente, dedicado, comprometido e pontual.

(Classe ...)
O material usado pelo professor(a), envolve a Bíblia, a revista da Escola Dominical, o esboço da lição, as fontes de consulta, a arrumação da sala, as boas vindas aos alunos e visitantes, os cumprimentos aos aniversariantes e a oração constante.

(Classe ...)
O professor(a) tem seus métodos de ensino, podendo ser a preleção (Mt. 5.1), perguntas e respostas, o método de discussão, da leitura, das tarefas, o demonstrativo e o audiovisual.

(Todo o Departamento Infantil)
O professor(a) pode usar como acessórios de ensino: quadro, gravuras, flanelógrafo, projetor, transparência, slides, mapas bíblicos, livros de trabalho, manuais, lápis de cores e cartolina.

(Classe ...)
O professor(a) precisa ser crente fiel, vestir a camisa de discipulador de Cristo, assíduo, preparar-se com antecedência para as aulas, e entender a Escola Dominical como prioritária e fundamental na construção do reino de Deus.

(Superintendência)
Afinal a Escola Dominical, está trabalhando no sentido de levar seus alunos à estatura e semelhança de Cristo (Ef. 4. 11-16) e para isto os professores são guia e modelo. O que ensina, esmere-se em fazê-lo (Rm 12.7b).

TODOS
- “Queridos professores da Escola Dominical da Igreja Presbiteriana de ...., nós agradecemos a Deus por suas vidas e somos gratos por todo o ensino que nos têm dispensado. Abençoados sejam vocês pelo Senhor, constantemente, por tudo que fazem por nós!”

ESCOLA DOMINICAL

Poesia

Há uma Escola bendita
Onde se aprende a verdade,
Traz a mensagem inaudita
Da graça e da liberdade.
Nesta Escola conhecemos
O que fizeram os heróis,
Cujas vidas bem sabemos
São para nós qual faróis.
Vidas como a de Sansão,
De Moisés e de Josué,
Que nos falam ao coração
E nos incitam à fé.
Uma história tão bonita
É a do jovem Daniel,
De Ruth, a moabita
E do justo irmão Abel.
Também temos a história
Do puro e manso José,
Cujo exemplo, na memória,
Nos mantém sempre em pé.
Uma vida bem formada,
Sempre nela se advinha
De Dorcas, a bem-amada
E de Ester, a rainha.
Vidas assim consagradas
Para a Deus Pai servir.
Muitas mais nos são mostradas,
São exemplos a seguir.
Nesta Escola assim se aprende
A Jesus a gente amar,
Quem não vem se arrepende,
A Deus não vai agradar.
Esta Escola benfazeja,
De valor tão sem igual,
Vive aqui bem nesta Igreja,
É a Escola Dominical!


Escrito por Wally Alves Fernandes

DIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

3º DOMINGO DE SETEMBRO

Jogral para 6 pessoas


1,2,3-Há escolas
4,5,6-e escolas...
1-Escolas que esquecem,
4-escolas que se recordam.
2,3-Umas nos trazem lembranças
1-desagradáveis e tristes.
4,5-Outras evocam recordações
6-saudosas e alegres.
1,2,3-Há escolas
4,5,6-escolas...
1-A escola primária
2-da meninice.
3-da peraltice
4-do bê-a-bá.
5-Da primeira professora,
6-do ansiado recreio
1,2,3-da merenda comida às pressas.
4,5,6-É o tempo mais gostoso
1,6-em que se aprende brincando
2,4-em que se vai à escola
3,5-pendurado nos braços da mãe.
6-São tempos que não voltammais...
1,2,3-Tempos que se apagam na areia da vida...
1,2,3-Há escolas
4,5,6-e escolas...
4-A escola secundária do tempo da adolescência
1-irriquieta,cheia de irreverência
5-e das indagações apressadas.
6-É o tempo da dúvida incômoda,
1-do primeiro namoro,
2-do desapego aos pais.
4-Tempos críticos
5,6-que deixam sulcos na personalidade.
1,2,3-Há escolas
4,5,6-e escolas...
1-A escola dos pais,
5,6-a escola dos amigos,
2-a escola da consciência,
3-a da razão e a do coração.
4,5,6-Todas deixam sua marca e forte impressão.
1,2,3-Há escolas
4,5,6-e escolas...
2-A escola do sofrimento, da dor
5-da angústia,da ansiedade, da expectativa...
6-Deixam lições,mas nos desgastam.
1-Diplomam seus alunos,mas exigem máximo esforço.
4,5-É a escola da vida
2,3-que continua suas provas
4-sem nunca chegar ao fim...

1,2,3-Há escolas
4,5,6-e escolas...
1,2,3-Umas nos iniciam.
4,5,6-outras dão continuidade...
1,2,3-Numas aprendemos.
4,5,6-noutras praticamos.
1,3-Mas todas se preocupam apenas com a razão...
4,5-Acumulam sobre nós conhecimento,
6-influenciam nossos pesamentos.
1,2,3,4,5,6-Mas são apenas escolas,escolas apenas...
1,2,3-Há uma escola
4,5,6-que é mas que uma escola...
1-É o laboratório da vida,
2-é um instintodo céu,
3-é um colégio de amor...
4,5-Nela se aprende
6-para a vida e para a eternidade.
1,4-Nela se fala
5-do presente e do futuro,
3-do pecado e da salvação,
6-do tentador e do Pai,
2-da tristeza e do perdão.
1,2,3-É uma escola,
4,5,6-mais que uma escola...
1-Não tem limite de idade,
2-não tem férias,
3-não tem preconceitos.
5,6-Fala desta vida
2,3-e prepara para o futuro
4-É a escola em que todos aprendem,
1-professores e alunos,
2,3-porque só tem um Mestre,
5,6-infalível,eterno,divino;
1,2,3,4,,5,6-Nosso Senhor Jesus Cristo.
1,2,3-Há uma escola
4,5,6-que é mais que uma escola...
1,2,3,4,5,6-É A ESCOLA DOMOINCAL!

(Maria Conceição Campos Franco SAF Vargem Alegre MG)


ENTREVISTA COM DONA ESCOLA DOMINICAL

(texto publicado na revista Voz Missionária adaptado por Rosete de Andrade)

( Entra um grupo de crianças):

Criança: Dona Escola Dominical, sabemos que hoje é seu aniversário. Queremos lhe dar os parabéns e também conversar... podemos fazer uma entrevista?

Escola Dominical: Pois não, meus alunos e alunas! Que bom vocês terem lembrado! Sentem-se e digam o que vocês gostariam de saber?

( As crianças se sentam e cada uma pega papel e lápis, como se fossem anotar a entrevista).

Criança: Gostaríamos que a senhora nos contasse um pouco sobre sua origem.

Escola Dominical (deve ser acompanhada com música bem suave):
- Ah... isso foi há muito tempo lá na Inglaterra. Era o ano de 1769. Eu nasci do sonho de uma jovem metodista chamada Hanna Ball. Nasci do amor, e do compromisso dos metodistas com a criançada empobrecida do século XVIII. Hanna, apoiada pelo Pastor John Wesley e muitas outras educadoras metodistas, que foram colaborando com o movimento, desenvolveram formas inéditas para alcançar essas crianças.
Era um tempo difícil, as famílias eram numerosas e trabalhavam muitas horas por dia. As crianças também trabalhavam de segunda a sábado. No domingo, único dia em que estavam livres do pesado trabalho, perambulavam soltas pelas ruas.
Hanna resolveu então juntar essas crianças no domingo para ensinar sobre o amor de Deus. Além da Bíblia, ela as ensinava a ler e escrever, ensinava também matemática e dava-lhes noções de higiene.

Criança: Tudo isso na Escola Dominical?

Escola Dominical: É, naquele tempo somente as crianças filhas das famílias mais ricas iam para a Escola, por isso a preocupação de ministrar todos esses conteúdos. As crianças passavam praticamente todo o dia de domingo aqui, na Escola Dominical.

Criança: Gente, que legal. Eu não sabia que a Senhora tinha nascido na nossa Igreja Metodista... Como foi que se espalhou o movimento?

Escola Dominical:
Bem, o tempo foi passando, o grupo foi crescendo e aos poucos os resultados começaram a aparecer. Aqueles encontros começavam a fazer diferença na vida daquelas crianças! As pessoas viam os bons resultados e passavam a acreditar e apoiar o projeto. Foram surgindo outros grupos, outras Escolas Dominicais!!
Em 1780, um outro jovem chamado Roberto Raikes, jornalista em Gloucester, também na Inglaterra, deu um grande impulso ao movimento das Escolas Dominicais. Ele herdou de seu pai um jornal e a situação dos meninos jornaleiros começou a preocupá-lo: tão pequenos e já trabalhando; vendendo seu jornal muitas vezes na chuva e no frio. Sem instrução, crescendo nas ruas em meio a vícios e crimes...
Robert sentiu um profundo desejo de ajudá-los. Ele queria contribuir para que aquelas crianças tivessem alguma oportunidade de se tornarem pessoas úteis e felizes.
Assim, começou a reuni-los na Escola Dominical. Quatro anos depois, Robert Rakes recebeu o título de "Benfeitor dos Pobres", e já haviam Escolas Dominicais espalhadas por toda a Inglaterra.

Criança: Puxa, deu resultado mesmo, heim? E no Brasil, quando começou? Como foi que aconteceu?



Escola Dominical: Ah, no Brasil, a nossa primeira Escola Dominical também se deve à Igreja Metodista. A primeira Escola Dominical em nossa terra foi fundada pelo Rev. Justin Spauding, um missionário metodista, em junho de 1836. Infelizmente ele teve de retornar aos EUA e as reuniões da Escola Dominical foram suspensas. Quase 20 anos depois, em 1855, foi que o missionário congregacional Robert Kalley, fundou sua escola Dominical em Petrópolis.
Os metodistas também foram os pioneiros na publicação de revistas para a Escola Dominical. O missionário metodista John James Ransom, que retoma o trabalho metodista no Brasil em 1875, além de fundar o jornal Expositor Cristão, publica também logo depois de sua chegada as revistas “A NOSSA GENTE PEQUENA”, para crianças, e “A ESCOLA DOMINICAL”, para adultos.

Criança: É, faz muito tempo! Qual o segredo para continuar atraindo sempre tantas pessoas?

Escola Dominical: Esta é uma boa pergunta, meu filho. Realmente já estou com mais de duzentos anos... Mas o segredo é que eu me "renovo como a águia". As pessoas que vem aprender comigo são de todas as idades, por isso meu programa tem que ser continuamente atualizado e adequado a todas as idades. Não envelheço porque caminho sempre junto com os meus alunos e alunas.

2ª Criança: E as coisas costumam acontecer exatamente como o planejado?

Escola Dominical: Ah, infelizmente não! Existem muitas coisas que atrapalham o meu bom funcionamento. Naturalmente, agora não dá para lhes dizer tudo...

Criança: Sim, mas a senhora podia nos falar um pouco sobre as dificuldades que vem enfrentando?

Escola Dominical: Está bem. Vocês sabem que vivemos na Escola Dominical como em uma família, não é? Quando, às vezes, nos esquecemos disso, então eu não posso ir muito bem. Há outras dificuldades... Quando, por exemplo, os professores não se preparam bem para desenvolver sua missão; ou quando os alunos não estudam a lição em casa e conseqüentemente não contribuem muito no estudo em classe; quando os horários não são respeitados... Eu não me sinto nada bem quando as pessoas não me levam a sério! E há ainda aqueles que fazem de conta que eu não existo: não estão nem aí para mim.

Criança: A senhora deve ficar muito triste quando estas coisas acontecem, não?

Escola Dominical: Olha, fico muito, muito triste! (Agora com a voz mais animada:) Mas há também as muitas coisas boas que compensam: pessoas realmente preocupadas em estudar a Bíblia e conhecer qual a vontade de Deus para as suas vidas; os grupos se preparando para melhor servir a Deus; o Ministério da Escola Dominical se reunindo para planejar e avaliar as minhas atividades... Esta é a receita para que eu caminhe bem.

SEGUNDA PARTE - TESTEMUNHOS:

01 representante de cada segmento (01 criança, 01 jovem, 01 pai ou mãe falando do atendimento que o/a filho/a recebe, 01 idoso) partilhando sobre o que represente a ED na sua vida, o que acrescenta, etc. Quem sabe contar uma história que marcou...

Criança: Dona Escola Dominical, antes de irmos embora gostaríamos que a senhora soubesse que estamos muito felizes pelo fato da senhora existir e pela alegria que temos em conhecê-la e aprender de Jesus e da vida com a senhora!

Criança: Temos aprendido muitas coisas...

Criança: Temos aprendido a ser mais amigos e companheiros;

Criança: Temos aprendido a dar nossa contribuição para construirmos um mundo mais feliz como Deus quer;

Criança: É... a senhora tem nos ajudado a crescer como Jesus: em estatura, sabedoria e graça.

Criança: Damos graças a Deus porque podemos contar com a senhora, Dona Escola Dominical! E porque a cada domingo podemos estar aqui para aprender mais.

Criança: Em nome de todas as crianças a quem a senhora ajuda queremos lhe agradecer.

Criança: Em nome de toda família que a senhora orienta queremos lhe falar da nossa felicidade.

Criança: Em nome de toda a Igreja de Jesus queremos lhe dar os parabéns por mais este aniversário. Como presente preparamos uma música em sua homenagem, esperamos que goste e que anime ainda mais nossos encontros dominicais.

Música: Domingo é um dia especial (CD Missão:Aventura Possível)

Terceiro Momento (logo após os testemunhos):

Escola Dominical: Muito obrigada, crianças! Quero cumprimentar a todos aqueles que de alguma forma contribuem para o meu bom funcionamento: professores, coordenadores, alunos. Sem a ajuda de todos vocês, eu não poderia existir.
Sem o empenho e o compromisso de todos vocês eu não cumpriria a contento minha missão enquanto agência de formação da Igreja, enquanto espaço de reflexão bíblica e preparação para o ministério para o qual Deus tem chamado a cada um.
E se você ainda não é meu aluno, experimente participar e descubra o quanto nossos encontros são especiais.


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Histórias Bíblicas


terça-feira, 24 de agosto de 2010

A criação de Deus




Jesus e Nicodemos


Parábolas de Jesus


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ABRAÃO MANDA BUSCAR ESPOSA PARA ISAQUE






Base Bíblica : Gêneses 24 (NTLH)

1 Abraão já estava bem velho, e o SENHOR Deus o havia abençoado em tudo.

2 Um dia ele chamou o seu empregado mais antigo, que tomava conta de tudo o que ele tinha, e disse: —Ponha a mão por baixo da minha coxa e faça um juramento.

3 Jure pelo SENHOR, o Deus do céu e da terra, que você não deixará que o meu filho Isaque case com nenhuma mulher deste país de Canaã, onde estou morando.

4 Vá até a minha terra e escolha no meio dos meus parentes uma esposa para Isaque.

5 O empregado perguntou: —E o que é que eu faço se a moça não quiser vir comigo? Devo levar o seu filho de volta para a terra de onde o senhor veio?

6 Abraão respondeu: —Não! Não faça o meu filho voltar para lá, de jeito nenhum!

7 O SENHOR, o Deus do céu, me tirou da casa do meu pai e da terra dos meus parentes e jurou que daria esta terra aos meus descendentes. Ele vai enviar o seu Anjo para guiá-lo, e assim você conseguirá arranjar uma mulher para o meu filho.

8 Se a moça não quiser vir, você ficará livre deste juramento. Porém não leve o meu filho de volta para lá, de jeito nenhum.

9 Então o empregado pôs a mão por baixo da coxa de Abraão e jurou que faria o que ele havia ordenado.

10 Em seguida o empregado pegou dez camelos de Abraão e uma porção de presentes e foi até a cidade onde Naor havia morado, na Mesopotâmia.

11 Quando o empregado chegou, fez os camelos se ajoelharem perto do poço, fora da cidade. Era de tardinha, a hora em que as mulheres vinham buscar água.

12 Aí ele orou assim: —Ó SENHOR, Deus do meu patrão Abraão, faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão.

13 Eu estou aqui perto do poço aonde as moças da cidade vêm para tirar água.

14 Vou dizer a uma delas: “Por favor, abaixe o seu pote para que eu beba um pouco de água. ” Se ela disser assim: “Beba, e eu vou dar água também para os seus camelos”, que seja essa a moça que escolheste para o teu servo Isaque. Se isso acontecer, ficarei s

15 Ele nem havia acabado a oração, quando Rebeca veio, carregando o seu pote no ombro. Ela era filha de Betuel, que era filho de Milca e de Naor, o irmão de Abraão.

16 Rebeca era uma linda moça, ainda virgem; nenhum homem havia tocado nela. Ela desceu até o poço, encheu o seu pote e subiu.

17 Então o empregado de Abraão foi correndo se encontrar com ela e disse: —Por favor, deixe que eu beba um pouco da água do seu pote.

18 —O senhor pode beber—respondeu ela. E rapidamente abaixou o pote e o segurou enquanto ele bebia.

19 Depois de lhe dar de beber, a moça disse: —Vou tirar água também para os seus camelos e lhes darei de beber o quanto quiserem.

20 Rapidamente ela despejou a água no bebedouro e correu várias vezes ao poço a fim de tirar água para todos os camelos.

21 Enquanto isso o homem, sem dizer nada, ficou observando a moça para saber se o SENHOR Deus havia ou não abençoado a sua viagem.

22 Quando os camelos acabaram de beber, o homem pegou uma argola de ouro, que pesava seis gramas, e colocou no nariz dela. E também lhe deu duas pulseiras de ouro, que pesavam mais de cem gramas.

23 Em seguida perguntou: —Por favor, diga quem é o seu pai. Será que na casa dele há lugar para os meus homens e eu passarmos a noite?

24 Ela respondeu: —Eu sou filha de Betuel, filho de Milca e de Naor.

25 Na nossa casa há lugar para dormir e também bastante palha e capim para os camelos.

26 Então o homem se ajoelhou e adorou a Deus, o SENHOR.

27 Ele disse: —Bendito seja o SENHOR, o Deus de Abraão, o meu patrão! Pois foi fiel e bondoso com ele, guiando-me diretamente até a casa dos seus parentes.

28 A moça foi correndo para a casa da sua mãe e contou o que havia acontecido.

29 ( 29 - 30 ) Rebeca tinha um irmão chamado Labão, o qual viu a argola no nariz da irmã e as pulseiras nos seus braços e a ouviu contar o que o homem tinha dito para ela. Labão saiu correndo e foi buscar o empregado de Abraão, que havia ficado de pé, ao lad

31 Labão disse: —Venha comigo, homem abençoado por Deus, o SENHOR. Por que você está aí fora? Já preparei a casa e também o lugar para os camelos.

32 Então o homem entrou na casa. Labão tirou a carga dos camelos e lhes deu palha e capim. Depois trouxe água para que o empregado de Abraão e os seus companheiros lavassem os pés.

33 Quando trouxeram a comida, o homem disse: —Eu não vou comer enquanto não disser o que tenho para dizer. —Fale—disse Labão.

34 Então ele disse o seguinte: —Eu sou empregado de Abraão.

35 O SENHOR Deus abençoou muito o meu patrão, e ele ficou rico. O SENHOR lhe deu rebanhos de ovelhas e cabras, gado, prata, ouro, escravos e escravas, camelos e jumentos.

36 Sara, a sua mulher, mesmo depois de velha, deu um filho ao meu patrão, e o filho herdará tudo o que o pai tem.

37 O meu patrão me fez jurar que eu faria o que ele ordenasse e me disse: “Não deixe que o meu filho case com nenhuma mulher deste país de Canaã, onde estou morando.

38 Vá até o lugar onde mora a família do meu pai e no meio dos meus parentes escolha uma mulher para ele. ”

39 Então eu lhe perguntei: “E o que é que eu faço se a moça não quiser vir comigo? ”

40 Ele me respondeu: “Eu tenho obedecido fielmente a Deus, o SENHOR. Ele enviará o seu Anjo para estar com você, e tudo dará certo. No meio da minha gente, na família do meu pai, você escolherá uma mulher para o meu filho.

41 Se você falar com os meus parentes, e eles não quiserem dar a moça, então você ficará livre do juramento que me fez. ”

42 —E foi assim que hoje cheguei ao poço e disse a Deus o seguinte: “Ó SENHOR, ó Deus de Abraão, o meu patrão, eu peço que aquilo que vou fazer dê certo.

43 Eu estou aqui ao lado do poço. Quando uma moça vier tirar água, eu vou pedir que me dê de beber da água do seu pote.

44 Se ela concordar e também se oferecer para tirar água para os meus camelos, que seja essa a que escolheste para ser mulher do filho do meu patrão. ”

45 Eu nem havia acabado de fazer essa oração em silêncio, quando Rebeca veio com um pote no ombro, desceu até o poço e tirou água. Aí eu disse: “Dê-me um pouco de água, por favor. ”

46 Ela abaixou depressa o seu pote e disse: “Pode beber, e vou dar de beber também aos seus camelos. ” Então eu bebi, e ela deu água também aos camelos.

47 Em seguida perguntei: “Quem é o seu pai? ” Ela respondeu: “Eu sou filha de Betuel, filho de Milca e de Naor. ” Então coloquei uma argola no nariz dela e duas pulseiras nos seus braços.

48 Eu me ajoelhei e adorei a Deus. E louvei o SENHOR, o Deus de Abraão, o meu patrão, que me guiou diretamente aos seus parentes a fim de que eu levasse a filha do irmão do meu patrão para o seu filho.

49 Agora, digam se vocês vão ser bondosos e sinceros com o meu patrão; se não, digam também, para que eu resolva o que fazer.

50 Labão e Betuel responderam: —Tudo isso vem de Deus, o SENHOR, e por isso não podemos dizer nada, nem a favor nem contra.

51 Aqui está Rebeca; leve-a com você. Que ela seja a mulher do filho do seu patrão, como o SENHOR Deus já disse.

52 Quando o empregado de Abraão ouviu essas palavras, ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e adorou a Deus, o SENHOR.

53 Em seguida pegou vários objetos de prata e de ouro e vestidos e os deu a Rebeca. E também deu presentes caros ao irmão e à mãe dela.

54 Então ele e os seus companheiros comeram e beberam, e passaram a noite ali. No outro dia de manhã, quando se levantaram, o empregado disse: —Deixem que eu volte para a casa do meu patrão.

55 Mas o irmão e a mãe de Rebeca disseram: —É melhor que ela fique com a gente alguns dias, talvez uns dez, e depois poderá ir.

56 Mas o empregado respondeu: —Não me façam ficar aqui. O SENHOR Deus fez com que a minha viagem desse certo; deixem que eu volte para a casa do meu patrão.

57 Então eles disseram: —Vamos chamar Rebeca para ver o que ela diz.

58 Eles chamaram a moça e lhe perguntaram: —Você quer ir com este homem? —Quero—respondeu ela.

59 Aí deixaram que Rebeca e a mulher que havia sido sua babá fossem com o empregado de Abraão e os seus companheiros.

60 E abençoaram Rebeca, dizendo: “Que você, nossa irmã, seja mãe de milhões! Que os seus descendentes conquistem as cidades dos seus inimigos! ”

61 Então Rebeca e as suas empregadas se prepararam, montaram os camelos e seguiram o empregado de Abraão. E assim eles foram embora.

62 Isaque tinha vindo ao deserto onde ficava o “Poço Daquele que Vive e Me Vê”, pois morava no sul de Canaã.

63 Ele havia saído à tardinha para dar um passeio pelo campo, quando viu que vinham vindo camelos.

64 Rebeca também olhou e, quando viu Isaque, desceu do camelo

65 e perguntou ao empregado: —Quem é aquele homem que vem andando pelo campo na nossa direção? —É o meu patrão—respondeu ele. Aí ela pegou o véu e cobriu o rosto.

66 O empregado contou a Isaque tudo o que havia feito.

67 Então Isaque levou Rebeca para a barraca onde Sara, a sua mãe, havia morado, e ela se tornou a sua mulher. Isaque amou Rebeca e assim foi consolado depois da morte da sua mãe


Fonte:http://www.biblianet.com.br/bibliaonline/ntlh/genesis/24.html

 

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