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sexta-feira, 17 de abril de 2009

O SALVADOR "MÃO NA MASSA''



Disse-lhes Jesus: Vinde, jantai.
João 21.12


Um professor popular de ciência elementar era um rapaz que colocava a "mão na massa". Ele ministrou a sua aula mais convincente em paleontologia enterrando um modelo em tamanho natural de um esqueleto de T-Rex, a um metro de profundidade em um campo. Cuidadosa e metodicamente, mas sempre com um elevado senso de descoberta, ele ensinou aos seus alunos como conduzir uma autêntica escavação.
Para um exame do espaço sideral, esse mesmo professor ajudou aos seus alunos a construir um centro de comando e controle de naves espaciais na sala de aula.
E para uma unidade sobre microbiologia, ele deixou que seus alunos fizessem e consumissem a sua própria produção de cerveja de raiz.
As lições de fé resultaram em algumas das lições – de exemplo prático — mais poderosas de Jesus. Quer estivesse alimentando uma multidão a partir de poucos pães e peixes, quer transformando água em vinho, Ele sempre foi cuidadoso em acompanhar os seus seguidores, de forma paciente e compassiva, ensinando-os a confiar, a esperar, a “cavar um pouco mais fundo" no tocante a crer no Pai. Todos os seus sentidos estavam empenhados, quer Ele ensinasse no Templo quer escrevesse na areia.
Muitos líderes religiosos daqueles dias não foram capazes de comover as pessoas porque a sua religião era arrogante e inacessível, e sua mensagem era de condenação. Mas Jesus, o filho de um carpinteiro, era o Messias que colocava a "mão na massa". Pelo fato de receber os seus discípulos para comerem e orarem com Ele, e tocarem as suas cicatrizes sacrificais, Ele chegou até eles.
Para que uma criança retenha a maior parte do que lhe é ensinado, o professor deve envolver toda a inteligência dessa criança. Uma experiência prática deixa uma impressão duradoura. Quando os seus alunos trabalharem ao seu lado, virem a alegria em seu rosto e ouvirem o entusiasmo em sua voz, você os alcançará de um modo novo e maravilhoso.
Referência:
Graça Diária para professores: Reflexões Devocionais para Ailimentar a sua Alma. Ed. CPAD.p.7

Frases do dia EBD



As frases utilizadas nas lições dos primários também estão disponíveis.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Versículos visualizados para Primários


Estou disponibilizando os versículos visualizados da Classe dos Primários 2º trimestre, para vocês que usam o Kit da CPAD na Escola Dominical. Aproveitem!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

LETRAMENTO DEFINIDO NUM POEMA




Uma estudante norte-americana, de origem asiática, Kate M. Chong, ao escrever sua história pessoal de letramento, define-o em um poema; a tradução do poema, com as necessárias adaptações, é a seguinte:

O QUE É LETRAMENTO?
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.


Letramento é diversão
é leitura ã luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.

São notícias sobre o presidente,
o tempo, os artistas da TV
e mesmo Mônica e Cebolinha
nos jornais de domingo.

É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,

um bilhete de amor,
telegramas de parabéns e cartas
de velhos amigos.

É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.


É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.


Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
e de tudo que você pode ser.


McLAUGHLIN. M. & VOGT. M.E. Portjotius in Teacbar Kdticalion. Newark. De: International Reading Association, 1996-

LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO


Segundo Soares Alfabetizar é tornar o individou capaz de ler e escrever. Analfabeto é aquele quem é privado do alfabeto, a que falta o alfabeto, ou seja, aquele que não sabe ler e escrever. Analfabetismo é um estado ou condição, o modo de proceder daquele que é analfabeto.
A palavra Letramento ainda tem seu sentindo mal entendido, por ser uma palavra que passou a fazer parte da nossa língua há pouco tempo. Letrado, segundo Souza, é aquela pessoa que além de saber ler e escrever é versado em letras, erudito, faz uso competente e freqüente da leitura e escrita.
O letrado difere-se do alfabetizado por adquirir um estado, uma condição diferente com relação ao seu modo de viver na sociedade. Na sua forma de se inserir na cultura a no seu relacionamento com os outros e com os bens culturais. Esses relacionamentos e trocas são diferentes, pois o letrado passa a fazer uso da leitura e escrita no cotidiano. A leitura e escrita são fatores comuns no seu dia-a-dia assim como tomar banho, se alimentar, dormir.
Uma pessoa alfabetizada ou analfabeta, mas não letrada não possui uma visão globalizada de outras culturas e vivências que vão muito além das cotidianas.
O letramento traz também conseqüências lingüísticas. O maior contato com a leitura e escrita amplia o vocabulário e conseqüentemente a linguagem oral e nas estruturas lingüísticas.
O letrado adquire competência para usar a leitura e a escrita envolvendo-se com práticas sociais da escrita: lêem livros, jornais, revistas, redigem um ofício, um requerimento, uma declaração, preenchem com facilidade um formulário, não sentem dificuldades para escrever um telegrama, uma carta, acham com facilidade informações num catálogo telefônico, num contrato de trabalho, numa conta de luz, numa bula de remédio. Diferente do alfabetizado e iletrado que mesmo possuindo o conhecimento de decifração e codificação do alfabeto não o inseriu como uma condição ou estado em sua vida, sendo assim terá dificuldades em realizar algumas das atividades anteriormente descritas.
È importante então que não somente se alfabetize, mas se faz necessário também que se “letre”. O processo de alfabetização e letramento devem acontecer concomitantemente e devem ter um sentido contextualizado na vida de quem está participando dele é preciso fazer as crianças ou adultos, alfabetizandos sentirem prazer pela atividade da leitura e escrita para que esta seja inserida de forma útil ,dinâmica e freqüente em suas vidas. Esse é um bom começo para se trilhar caminhos de mudanças e sucessos em nossa sociedade.

Referência indicada para aprofundamento do tema:
SOUZA, Magda Becker. Letramento, um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,1998.

sábado, 4 de abril de 2009

NUNCA VI COELHO BOTAR OVO


Estava querendo muito contar uma história da páscoa com fantoches , um Cordeiro e um de coelho, como não sabia onde encontrar, resolvi confeccioná-los em EVA. Olha só como ficou lindo! Só Jesus para me ensinar a fazer essas coisas! Obrigada JESUS!!!








COELHINHA: Coelhinho da páscoa que trazes pra mim: um ovo, dois ovos, três ovos assim? Oi, Hoje é Páscoa! Você já ganhou muitos ovinhos?
CORDEIRO: Oi, Coelhinha, tudo bem? Eu ganhei um grandão.
COELHINHA: Eu também, agora estou esperando os coelhinhos colocarem mais ovinhos. Tive que sair de perto deles. Acho que eles estão com vergonha de mim, e por isso ainda não colocaram ovos.
CORDEIRO: Coelhinha, você pode ficar sentado esperando, porque em pé vai cansar. Nunca vi coelho botar ovo!
COELHINHA: Coloca, sim!
CORDEIRO: Não coloca, não! Eu também pensava que fosse o coelho.
COELHINHA: E quem fez o nosso, então?
CORDEIRO: A minha mãe disse que as casas de doce fazem os ovos e os embrulham num papel bem bonito.
COELHINHA: Eu não tinha pensado nisso. Sempre achei que fosse o coelho. Ah! Agora você ficou muito sem graça. E por que o coelho foi escolhido para distribuir ovos se eles não colocam ovos? Por que não escolheram a galinha?
CORDEIRO: Foi uma maneira que arrumaram de não acabar com os costumes das antigas civilizações. Eles escolheram o coelho, porque é a única espécie de animal de fácil reprodução. É considerado símbolo da fertilidade e, como de cada ovo nascem vidas, juntos simbolizam a vida. Por outro lado, foi uma forma de o comércio continuar com a lenda de muitos anos atrás de presentear parentes e amigos com ovos. Mas o mais importante e o mais bonito da Páscoa não são os ovos.
COELHINHA: Mais importante e o mais bonito? E o que é?
CORDEIRO: O mais bonito é a história da Páscoa. Ela conta que Jesus Cristo deu a sua vida para nos salvar. Ele é o Cordeiro Pascal.
COELHINHA: Eu não conheço essa história. Eu gosto muito de ouvir histórias. Conta pra m i m, conta!
CORDEIRO: Está bem, presta atenção! Que A tia (nome da Tia) vai contar essa linda História para nós, vamos chamá-la
Coelhinha e cordeiro: Tia ....
TIA: A paz do Senhor! Coelhinha e cordeiro como vocês estão?
CORDEIRO e COELHINHA: A paz do senhor!
CORDEIRO:Estamos bem chamamos vocês para nos contar a história da Páscoa.
Tia começa a contar a história: A verdadeira História da Páscoa
Para obter a história Clique aqui

Depois da história
COELHINHA: Ai que lindo! Só o Amor de Deus pode ser mostrado assim de forma tão Grande.
CORDEIRO: É verdade, você que aprender uma música nova?
COELHINHA: Quero sim!

Juntos cantam:

Não foi o coelho 3x
Que morreu por mim
Foi o Cordeiro 3x
Que morreu por mim
Há engano povo 2x
Pois eu nunca vi
coelho botar ovo
João disse tudo 2x
Eis o Cordeiro de Deus
Que tira o pecado do mundo.

Texo adaptado por Ana Michelle Da R. C. Moura.

Referência:

ABS visual, A Verdadeira Páscoa. E-mail: abmaelevilma@ig.com.br.

COSTA, Maria de fátima alves da. Fantoches alegria da garotada.1ª ed.-Rio de Janeiro; Casa Publicadora das Assembéias de Deus,1999.p.59-63.
 

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